Em torno de janeiro de 1945, soldados soviéticos invadiram o complexo (os nazistas tinham evacuado poucos dias antes) e encontraram cerca de 7 mil prisioneiros vivos e vestígios do que acontecia naquele local.
Pelas estatísticas, morreram mais pessoas em Auschwitz do que a soma das perdas dos britânicos e dos estadunidenses. Durante 4,5 anos de sua existência, 1.3 milhão de pessoas foram enviadas para os campos, sendo que 1.1 milhão faleceu e 1 milhão eram pessoas judias.
Um guarda da Schutzstaffel (SS) se apaixonou por uma prisioneira judia em Auschwitz e salvou sua vida inúmeras vezes enquanto ela esteve no campo de concentração. A mulher, por sua vez, testificou a favor do soldado nazista quando ele foi julgado por seus crimes depois que a guerra acabou.
O soldado polonês Witold Pilecki se voluntariou para ser enviado a Auschwitz como prisioneiro para reunir informações, escapar e, então, fazer o mundo inteiro saber sobre o Holocausto e as atrocidades cometidas nos campos
Havia cerca de 170 mulheres nazistas trabalhando no campo de concentração, e a mais perversa delas foi Irma Grese. Conhecida entre os prisioneiros como 'A cadela de Belsen', Irma desfilava por Auschwitz usando botas pesadas, chicote e pistola. Quando foi presa pelos soldados aliados, ela tinha em seus aposentos abajures feitos com pele humana. A nazista foi condenada à forca aos 20 anos de idade por seus crimes.
Dos cerca de 7 mil nazistas que trabalharam lá durante a Segunda Guerra Mundial, apenas 750 foram punidos por seus crimes.
soviéticos em 1945
Drone mostra imagens de Auschwitz



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